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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Cães na Praia!!!

 
Todos os anos no verão existe um "mal do diabo" à solta nas praias, são os nossos grandes amigos cães. Nessa altura algumas almas lembram-se destes fieis amigos, começando a evidenciar uma doença já chamada de cãonapraiaòfobia!!!
 
O que quero dizer com isto? Quero dizer que existe uma legislação nacional que permite qualquer pessoa poder passear o animal em todo o território nacional, desde que possua trela ou ançaime, mesmo que seja na praia no verão ou no inverno. Existem sim uns inergumeros que teimam em não utilizar nenhuns dos instrumentos referidos. Mas existem excepções, são os casos das áreas concessionadas que se encontram demarcadas nas praias. Aí sim é proibida a presença de qualquer tipo de animal. Para compreensão basta que a praia tenha bandeira, logo proibição de permanência ou passagem dentro das placas da concessão. Quando elas existem claro!!!
 
Assim peço a todas as almas que tenham esta doença chamada de cãonapraiaófobia que deveriam começar a tratar a sua doença já este inverno. Quando apresentarem os primeiros sintomas, nomeadamente avistarem a presença de cães à solta na rua da nossa cidade que telefonassem para a PSP a queixar-se (será que também o fazem? Vão gastar o plano de minutos.) pois passam o verão a queixar na Autoridade Marítima.
 
E existe ainda o problema dos cães abandonados. Como a polícia nada pode fazer e os serviços veterinários têm os horários que todos sabemos, mais vale nem pensar no assunto. Nunca se esqueçam também que caso os animais sejam apanhados é como se passasse uma pena de morte ao animal.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Bandeira de Registo na Capitania no sec. XIX.


 
Em 1849 com a necessidade de identificar os navios para proveito do comércio e identificação dos navios quando navegavam junto à costa e entrada das barras é implementado a identificação dos mesmos através de bandeiras colocadas nos mastros. Nas bandeiras constavam a letra designativa do Porto de Registo e um número unico correspondente ao seu nome. Esta bandeira era de cor branca com 4 palmos de altura e 8 palmos de comprimento, podendo ser maior desde que pagassem 200 reis por cada palmo quadrado a mais.
 
Naquela altura os principais portos portugueses teriam as inscrições a vermelho. Eram os casos de Viana do Castelo, Porto, Figueira da Foz, Lisboa, Setubal, Faro, Açores e Madeira. Os portos menores, tais como Caminha, Esposende e Fão, Povoa, Vila do Conde, Aveiro, Pederneira, Peniche, Ericeira, etc., as inscrições eram pretas.
 
Ainda as embarcações com registo da Figueira e a norte desta teriam na bandeira uma tarja preta e com registo a sul seriam todas brancas.
 
Designação dos Portos
 
Caminha - A
Vianna - B
Esposende e Fão - C
Povoa - D
Villa do Conde - E
Porto - F
Aveiro - G
Figueira - H
Pederneira - I
Peniche - J
Ericeira - K
Lisboa - L
Cezimbra - M
Setubal - N
Santiago de Cacém - O
Sines - P
Odemira - Q
Sagres - R
Lagos - S
Villa Nova de Portimão - T
Villa Real de Santo António - U
Faro - V
Tavira - W
Castro Marim - X
S. Miguel - Y
Terceira - Z
Madeira - (Delta)