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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

De onde venho?


Sempre pretendi saber as minhas origens, motivo pelo qual não me tenho dedicado a este meu pequeno projecto (blog). 
Comecei a explorar e comecei com os meus familiares e documentos. Após mais de um mês de busca já consegui chegar a alguns parentes longínquos que devem ter nascido nos sec XVI /XVII. Mas este projecto não é fácil e nunca tinha pensado realmente neste assunto. Uma das coisas que me saltaram à vista, e após algumas contas, deparei com uma coisa quase inacreditável. Temos dois progenitores, 4 avôs, 8 bisavôs, 16 trisavôs, 32 tetravôs, 64 quintos-avôs, 128 sextos-avôs, 256, 512, 1024... somos um imenso cocktail de genes.
Nos inícios julgava ter raízes apenas de Peniche, Nazaré e Setúbal. Afinal já vou com ascendentes de Santarém, Coz, Alpedriz, Alhadas (Figueira da Foz), Famalicao (Nazaré) e Atouguia da Baleia. Mas já sei que não vou ficar por aqui.

Para me ajudar nesta busca pelas origens utilizei o www.myheritage.com.pt e o site Tombo.pt que possui os registos de nascimento, casamento e óbito. Alguma letras são indecifráveis mas com um pouco de esforço chegamos ao que pretendemos.

Nos registos de Peniche torna-se muito engraçado ver quais são os sobrenomes que realmente viveram na nossa terra. Boas buscas.

domingo, 16 de junho de 2013

Viveiros de Lagosta em 1968.

(Lota de Peniche)
 
Peniche e arredores viviam intensamente da lagosta. Quarenta e um viveiros encontravam-se registados nesse ano. Desses viveiros destacavam-se os viveiros dos cortiçais, filipe, teresinha, camaroa, marinho e maria goreti pelo tamanho dos seus viveiros. Como concessões mais antigas havia os viveiros do baleal, s. joaquim, senhora dos remédios, senhora do calvário e papoa, todos a funcionar desde a década dos anos 30. Relativamente ao número de lagostas e lavagantes os cortiçais destacavam-se de todos os outros com mais de 16.000 lagostas, seguido do baleal e camaroa com cerca de 7.000 lagostas.
 
O preço médio de venda deste marisco andava na ordem dos 120 escudos, mas nos viveiros de ana isabel, aventureiro, mário jorge e filipe terceiro chegavam aos 170 escudos.
 
Todos estes números se baseiam em registos oficiais não contemplando a possível diferença entre oficial e não oficial.