sábado, 23 de agosto de 2014

Os Profetas da Desgraça.

(Porto de Peniche)

A internet veio dar a conhecer uma nova versão de pessoa, os Profetas das Desgraças. Antigamente existiam em todas as tabernas pois eram ponto de encontro de muitas pessoas, onde falavam e falavam sobre o que poderia acontecer aqui e ali. Hoje são mais solenes, aparecem na internet seja em websites, blogs, mails, etc., com as suas versões do que pode acontecer se caso aquilo que pensa e transmite não for feito. O objectivo desta nova versão de pessoas passa por vangloriar-se da situação, caso realmente aconteça, e poder receber os louros que tinha previsto a situação e ninguém fizera nada. Disparam assim informações de tudo e todos para abranger o máximo de situações, mas sem nunca se comprometer, pois em todas as situações que relatam, nunca indicam quem foi o culpado (a não ser que o culpado seja uma entidade pública), no registo fotográfico escondem caras ou outro tipo de provas que podem indiciar os autores, não sendo assim possível atuar. Muitos movimentam-se por questões políticas, sociais, ou vendetas pessoais.

Um conselho para os Profetas da Desgraça: Reajam como um cidadão normal, numa situação que estejam cientes que alguma coisa está mal dêem a cara, escrevam ou apresentem-se directamente na entidade correspondente, apresentem provas e ajudem a identificar possíveis autores, só assim teremos uma sociedade melhor e mais justa.

"Não perguntes o que a tua pátria pode fazer por ti. Pergunta o que tu podes fazer por ela"
John Kennedy

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Lusitanos em Peniche.

(Viriato - Chefe dos Lusitanos)

Cláudio Ptolomeu (cientista grego que viveu em Alexandria) refere-se numa das suas obras, à zona centro do País. Nesses escritos refere que frente a um Promontório (cabo) situa uma ilha chamada de Londobris, local para onde se retiraram os lusitanos após as legiões romanas terem invadido os montes hermínios (atual Serra da Estrela). Os lusitanos acabam por lutar nessa ilha e todos são mortos ficando os seus corpos por toda a ilha. Apenas um deles consegue salvar-se nadando para terra.

Sabendo de antemão que Peniche era uma ilha certamente Ptolomeu se referia a Peniche e não à Berlenga como aparece descrito em algumas referências.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Festa da N.ª Sr.ª da Boa Viagem.

(Remédio para os mal "dizentes" de Peniche)

Existem um certo tipo de pessoas que nunca estão contentes com nada. Esta praga costuma aparecer e mal dizer sempre que alguma coisa é feita em Peniche. Se é amarelo devia ser verde, se for verde devia ser azul, se é azul devia ser... que não deve ter culpa alguma.

Desta vez é a nossa festa que não está bem, pois falta uma comunidade que realmente faz muita falta. Segundo me pareceu esta comunidade (julgo que não sejam todos mas uma grande maioria) não pagou o que devia ter pago para ocupar o seu espaço na festa passada. Assim a comissão de festas decidiu: Se não ajudam a nossa festa não fazem cá falta. O que na minha humilde opinião só veio ainda mais dignificar Peniche, pois em determinadas alturas até me sentia constrangido naquele local. Como se comprar panos, camisolas e sapatilhas fosse o principal da festa. Mais vale farturas que camisolas da Adidas contrafeitas e que ainda mais vão engrossar a criminalidade perigosa.

Mas as coisas ainda não ficam por aí, segundo parece a procissão está em perigo de acabar, e de quem é a culpa mais uma vez? Do Presidente da Câmara e do Padre. ERRADO, a culpa é de quem devia participar na festa e não participa, nomeadamente os pescadores e suas embarcações. Contam-se pelos dedos os pescadores e embarcações de pesca que de ano para ano participam. Sem eles esta tradição vai acabar, pois é preciso o padre andar a pedir a outras empresas e organizações que levem os santos e santas.

Para acabar, os copos da fotografia de cima é um óptimo remédio para a "mal dizencia" do penicheiro, pois ao fim de alguns, dança com tudo e com todos, sejam amarelos, azuis ou verdes.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Jaquinzinhos apreendidos no Porto de Pesca.


O dinheiro e ganância continua a mandar neste mundo. A apreensão de carapau com medida pouco maior que uma "pen drive" num armazém de Peniche no mês passado, veio mostrar que mesmo com educação e explicando o porquê de protegermos o que é nosso de nada serve.

Os 80 quilogramas de carapaus com  pouco mais de 5 centímetros foram apreendidos e doados a instituições de solidariedade pela Polícia Marítima de Peniche.

Todos podemos tentar acabar com este flagelo, basta não comprar... embora saibam muito bem.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Guerra Peninsular e a Berlenga.

(Forte da Berlenga antes de 1953)

Durante a Guerra Peninsular o Forte de São João Baptista foi utilizado para cárcere de prisioneiros de guerra franceses. Muitos fins tiveram estas muralhas...